Inspiro, expiro.
Respiro...
Antes de abrir os olhos, mergulho na imensidão do meu Ser.
Procuro-me no meu labirinto cerebral, numa busca inquietante chamo-me... O que já fui um dia, o que Sou hoje.
Estou bem onde não estou, dizem-me as vozes de um mundo à parte, e só eu as ouço...
Olho o Mar.
O Sol bate-me na cara e desejo ser a Água que se infiltra para onde quer que vá, mas, não querendo ser uma infiltrada, em nenhuma realidade me encontro... Apenas na imensidão e profundeza da Água. Nela me contenho...
Leva-me, leva-me contigo...Mergulha-me nos teus remoinhos, busca-me, encontra-me...
E quando voltar à superfície, já nada será igual...
E quando esta música terminar, só escutarei a Voz do Mar...
quinta-feira, janeiro 11, 2007
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